terça-feira, 30 de janeiro de 2018



Refletindo com as palavras dos colegas...

O desafio colocado pelo professor era refletir sobre as principais tendências evolutivas das sociedades contemporâneas. Que educação para o século XXI?
As leituras feitas, resultado de pesquisas individuais e de outras de referência apresentadas pelo professor permitiram várias intervenções.  Da leitura destas é possível destacar um conjunto de ideias que vou procurar reunir neste texto que se assume como síntese das várias propostas de análise.
O mundo em que vivemos está em transformação, colocando novos desafios. Este mundo em mudança, coloca novos desafios à escola, a qual tem que se reinventar para conseguir adaptar-se à nova realidade. Estamos perante a necessidade de construir um novo paradigma educacional.

Este é o grande desafio que se coloca à escola de hoje.
Daí o debate intenso que se tem gerado e como consequência do qual se tem apresentado novas propostas, orientadas para o papel que a educação deve ter para que, através dela se possa construir um mundo mais justo, mais equilibrado, mais respeitador das diferenças e sobretudo onde valores como a paz e a justiça social continuem a ser uma “utopia necessária” numa educação que, em muitos locais do mundo, continua a ser como “um tesouro a descobrir”.
Estas ideias estão de forma muito interessante plasmadas no relatório da UNESCO, que fomos desafiados a ler. É neste mesmo documento que podemos ler uma frase que destaquei numa das reflexões que fiz, por considerar que ela resume a relação que deve existir entre a educação e o mundo tecnológico em que vivemos: “à educação cabe fornecer, de algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bússola que permite navegar através dele”.
Neste contexto, o documento atrás referido, apresenta as aprendizagens fundamentais em torno das quais a educação se deve organizar, nomeadamente, a aprender a conhecer, a aprender a fazer, aprender a viver juntos, a aprender a ser. A grande questão, que é ao mesmo tempo o grande desafio, é o de saber como podem os sistemas educativos preparar pessoas "para a inovação inerente ao progresso tecnológico, com capacidade de evolução e de adaptação a um ambiente em constante mudança, assim como reagir proactivamente para antecipar e manter iniciativa sobre essas transformações?

As várias intervenções dos colegas permitiram salientar um conjunto de ideias em torno da temática em análise:
"Desenvolver competências no âmbito das novas tecnologias" (Conceição);
"Organizar o currículo de forma a favorecer a formação de cidadãos críticos, capazes de pensar e agir de forma ética." (Ana Lima);
"Os atuais sistemas educativos, pela imposição de modelo único não têm em conta a diversidade individual, nem o contexto e não contemplam o desenvolvimento de competências essenciais para o século XXI. São necessários sistemas educativos mais flexíveis, que reveem capacidade de mudança e contemplar áreas mais abrangentes como a formação integral e global do aluno." (Conceição),
"A escola deve ser um espaço de experimentações, aberta à inovação e a educação como sinónimo de movimento que fomenta experiencias centradas na acção, vivencias e encontros (Conceição).

"O sistema educativo deve estar preparado para alterar o papel dos alunos e dos professores, desenvolver completa formas colaborativas, alargar os relacionamentos, criar redes de comunicação, ser transversal e plural." (Cláudia).
"O professor deve assumir novos papéis, passando a ser um tutor, um mentor, alguém com a liberdade e criatividade necessárias para se adaptar aos novos desafios emergentes." (Cláudia).

"Incentivar o uso de tecnologias para melhorar a formação dos alunos vinculando o currículo com propostas inovadoras que envolvam o uso de tecnologias com a parte integrante do processo educativa e com a ferramenta fundamental na aprendizagem dos alunos." (Clara Mendes).


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